Projeto Reiki ao Planeta
5 de Setembro de 2011
A APRE Associação
Portuguesa de Reiki Essencial juntou ao
movimento internacional
pela ajuda ao
planeta terra. Este movimento defende a
necessidade urgente em proteger a terra
e os seus habitantes, das baixas
frequências energéticas que temos tido,
de forma a livra-nos de tantas desgraças
que tem acontecido na terra.
A terra está
num processo de transformação, de forma
a entrar numa frequência mais elevada.
Todos os planetas passam por uma
transformação como esta, é uma forma
natural de evolução.
Mas existe um poder que é capaz
de os parar, e este poder é a Energia Espiritual. Quando
mais pessoas utilizarem o Poder Espiritual do Verdadeiro
Amor Universal mais fácil é eliminar esta ameaça.
Há uma oportunidade para
ultrapassar a negatividade interior e exterior. Começa por
trabalhar com o seu desenvolvimento
interno. As frequências elevadas que vêm da fonte da Luz
trazem á superfície todos os bloqueios e padrões
emocionais á superfície, para que possas trabalhar com
eles e curá-los. Não podes ir para dimensões mais elevadas
com energias bloqueadas, problemas por resolver, ou ódio e
arrogância. Pessoas com arrogância, ódio ou ganância não
aguentam estas energias elevadas do amor. Elas odeiam
amor, odeiam pessoas que falam de amor e insulta-as.
Odeiam tudo o que exprime amor, como música harmoniosa,
bonitas cores na natureza, odeiam especialmente as pessoas
que dizem a verdade, porque as mascaras delas caiem. Têm a
hipótese e oportunidade de ultrapassar o seu ego, ou ficar
negativos e aprender as lições nas próximas vidas. É
importante curar todos os defeitos do carácter, curar
todos problemas kármicos e experiências traumáticas desta
vida ou de vidas passadas, e livrar-nos de programas
negativos da nossa sociedade como, pensamento competitivo,
ego, inveja, culto e falsidade. Com
uma consciência mais elevada vais entender que tudo é
energia, pensamentos, sentimentos, objetos, cores,
música, tudo. E tudo está interligado. A energia
espiritual de Deus é consciência. A Existência, A Criação,
A Fonte. E consciência pode aparecer em muitas formas,
física e não física de acordo com o nível de frequência. A
energia é a fonte de tudo. E podes utilizar a energia
espiritual para criar a sua
realidade. De facto já o fazes agora, mas
inconscientemente e misturado com padrões negativos da
mente, como medo, ou ódio. Consegues imaginar o que
aconteceria se um número suficiente de pessoas utilizassem
a energia cósmica conscientemente com o
intuito de elevar a energia do Planeta?
Iam elevar a nossa consciência e melhorar a qualidade de vida. As doenças vêm de energias negativas, ou emoções suprimidas não curadas, algumas são por motivos kármicos e algumas são produzidas pelo sociedade.
A nossa proposta para curar o planeta
Então proponho
que todos trabalhemos para elevar a frequência
Cósmica do Planeta,
de foram a poder transformar todas as energias
negativas em positivas. Com esta
tremenda energia de Cura somos
todos capaz de ganhar em
sabedoria e com sabedoria poder
apagar o karma negativo
e cooperar com as leis espirituais.
Ao utilizar todos a nossa
energia do coração fazemos uma contribuição preciosa para
o Planeta. E cada ato, pensamento
ou sentimento muda a causa do futuro, porque o futuro não
é algo fixo. Os pensamentos e as emoções mudam o futuro, a
cada segundo, por isso existem muitas possibilidades. Não
há acidentes na vida. Tudo o que acontece tem uma razão,
ainda que não vejas a razão instantaneamente.
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A nossa estrela enlouqueceu?
A ciência está de olhos postos na estrela que nos aquece. O principal objetivo é saber a que se devem as suas repentinas e inquietantes mudanças de humor. A cada segundo que passa, uma sucessão de potentes reações nucleares no coração do Sol transforma um pouco mais de 667 milhões de toneladas de hidrogénio em um pouco menos de 663 milhões de toneladas de hélio. O processo liberta 4,5 milhões de toneladas de energia na forma de luz (isto é, calor), o que permite, por exemplo, que a vida prospere na Terra. Graças à decomposição do espectro luminoso nas suas mais ínfimas partes, os astrónomos conseguem determinar a composição da nossa estrela, a qual inclui, além dos já referidos hidrogénio (72 por cento da massa) e hélio (26%), outros 65 elementos mais pesados: o grosso destes dois por cento restantes é formado por oxigénio, carbono, néon, azoto, magnésio, ferro e silício. Conhecer com exatidão estes pormenores químicos é fundamental, pois só assim podemos saber como funcionam outros astros e mesmo o nosso próprio planeta.
Observada de perto, a superfície solar é como uma caldeira a ferver, em constante estado de convecção, termo físico que define a propagação do calor por um fluido através do movimento das partículas. O incessante remoinho de gases quentes a elevar-se e de gases frios a submergir cria línguas de fogo e partículas radioativas, um bombardeamento que se intensifica periodicamente. Durante séculos, contemplámos o astro-rei pelos olhos da religião e da cultura; agora que a nossa civilização se tornou mais vulnerável do que nunca às alterações do clima espacial, a ciência procura aprender a conviver com os seus ímpetos.
“O Sol está a despertar de uma sesta profunda e, durante os próximos anos, deveremos observar níveis muito mais elevados de atividade”, vaticina Richard Fisher, da Divisão de Heliofísica da NASA. “Além disso, a nossa sociedade tecnológica desenvolveu uma sensibilidade sem precedentes às tempestades solares. Qualquer uma poderia inutilizar as redes de eletricidade, a navegação por GPS, os transportes aéreos, os serviços financeiros ou as comunicações de emergência por rádio.”
Os ciclos de bom e mau humor do astro sucedem-se a cada onze anos, com uma precisão quase matemática mas ainda incompreendida. Estão relacionados com as escuras e frias manchas que surgem na superfície solar, e a próxima temporada de fúria terá provavelmente início em 2012 ou 2013. “Grande parte dos danos poderiam ser atenuados se soubéssemos quando se aproxima uma tempestade”, explica Fisher. “Nesse caso, poderíamos pôr os satélites a dormir e desligar os transformadores das redes elétricas.”
A arte de prever o clima espacial ainda está no início, mas a NASA e a Administração Nacional norte-americana dos Oceanos e da Atmosfera (NOAA) têm vindo a lançar uma frota de satélites para remediar o problema. As missões revelaram-nos o modo como a Terra se desloca pela heliosfera, a exótica e gigantesca atmosfera do Sol. Agora, conhecemos melhor esse sistema complexo que evolui em reação às condições da nossa estrela, dos planetas e do espaço exterior.
O grande dínamo
“Em Outubro de 2010, assistimos a uma erupção solar colossal”, recorda Philip Scherrer, cientista-principal do SDO. “A explosão atingiu mais de 350 mil quilómetros de altura e projetou uma vaga de gases e matéria; felizmente, foi na direção oposta à Terra. Nesse mês, o SDO observou um buraco negro no Pólo Norte do Sol. Depois, com o auxílio dos satélites gémeos STEREO, conseguimos confirmar a presença de outro grande vácuo na extremidade meridional. Os chamados ‘buracos polares da corona’ são lugares por onde emerge o campo magnético e se estende por toda a heliosfera, até chegar à Terra.” Se não fosse a proteção natural proporcionada pela atmosfera terrestre, o flagelo das partículas radioativas teria esturricado o planeta há milénios. “Temos confiança de que o SDO continuará a enviar-nos informação valiosa”, acrescenta Scherrer.
Preparados para a tempestade?
Filmes-catástrofe e profecias de calendários maias à parte, parece que a humanidade devia mesmo tomar algumas precauções em 2012: segundo um relatório da NASA, existe a probabilidade de a Terra ser atingida nesse ano (ou em 2013, o mais tardar) pela mais intensa tempestade solar dos últimos 50 anos. Os autores do estudo advertem que a zona afetada poderá ficar sem rede elétrica e água corrente, e que poderá demorar entre quatro e dez anos a recuperar. As projeções massivas de plasma a partir do Sol já causaram problemas noutras ocasiões. Para nos situarmos no pior dos cenários, teremos de recuar até aos dias 1 e 2 de Setembro de 1859, quando as auroras polares, provocadas pelas partículas do vento solar, alcançaram o México e as Caraíbas. Esse acontecimento é conhecido como “fulguração de Carrington”, devido ao astrónomo britânico que o detectou, e destruiu a rede de telégrafos. Se ocorresse atualmente, seria o caos.
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